terça-feira, 26 de abril de 2011

Só para verem

o medo que tenho da minha vizinha de cima:
ela entrou antes de mim no prédio com o seu lindo cão. Quando eu cheguei á porta de casa reparei que o cãozinho tinha feito o seu xixi no meu tapete... E que fiz eu? Hum?
Peguei no tapete e fui lava-lo sei dizer nadinha de nada!!!
ME-DO.....

sábado, 23 de abril de 2011

E perguntam vocês:

Menina: o que faltava á tua querida vizinha de cima para ser a vizinha perfeita????
Então eu respondo:  além de por a musica no volume máximo,fosse de manhã ou á noite; estender a roupa/lavar a varanda e nem ver se os vizinhos de baixo têm roupa estendida; estar sempre aos gritos; fumar nas escadas do prédio; sujar as escadas logo no dia em que são limpas; e por aí fora,o que faltava???? Hum? Hum? Agora também tem um cão!!! Ontem por exemplo fecharam-no na varanda,claro,como é um cachorro,fartou-se de ganir,o que vale é que eu não estava em casa,porque se há coisa que detesto é saber que os animais são mal tratados,e para mim um cão ser fechado na varanda com o frio que estava é maltrata-lo!! E hoje ao sair de casa reparei que o pequeno cão fez xixi nas escadas!!! E não vi a beleza por perto para limpar o que foi feito....
E ora aqui está a vizinha perfeita! Alguém quer?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Por falar em fim-de-semana:

há coisas que eu não entendo.Como é que me falam em crise,em FMI,em ai Jesus que não há dinheiro,e depois há um fim-de-semana grande,4 dias seguidos sem trabalhar,e o estado dá tolerância de ponte na quita-feira á tarde..... Oi?


Pois,4 dias é pouquinho.....

Ora aí está....

Estou desde as 18 horas de fim-de-semana....



    Oiéééééééééééééééééééééééééééééé

quarta-feira, 20 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Já repararam que para a semana vão ser 4 dias inteiros sem fazer nadinha??? hum?? Q-U-A-T-R-O.....
E eu sei que na quinta-feira vou dizer:quatro dias,vou aproveitar para fazer uma limpeza geral á minha casinha,e no Domingo vou pensar: quatro dias e não fiz nadinha....

É sexta-feira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Uma piada

Uma brasileira e um português na cama:
Brasileira:- você está gozando amô??????
Português:- não minha querida,estou a levar isto muito a sério...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Publicidade estranha...

Hoje estive a ler com  alguma atenção alguns dos anúncios que estão no Correio da Manhã,aqueles em que meninas e meninos apresentam os seus serviços...
Vão lá ler,há lá autenticas pérolas. Desde a "baixinha peludinha" a "mamalhuda boazuda" há de tudo!!!
A maioria tem abreviaturas,deve ser por se pagar á letra que se escreve,do tipo: 40tona,O. e por aí... ( o O. é oral,explicaram-me!)
Aquilo é de uma pessoa ir ás lágrimas!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Recebi por mail logo bem cedo! :)

Para ler devagar e saborear a riqueza de expressão do nosso povo. Uma delícia!
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> Carlos Barreira da Costa , médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro "A Medicina na Voz do Povo", com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina. E dele vão verdadeiras jóias deste tão pouco conhecido léxico.
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> Os aparelhos genital e urinário são objecto de queixas sui generis:
> "Venho aqui mostrar a parreca".
> "A minha pardalona está a mudar de cor".
> "Às vezes prega-se-me umas comichões nas barbatanas".
> "Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza".
> "Fazem aqui o Papa Micau ( Papanicolau )?"
> "Quantos filhos teve?" - pergunta o médico. "Para a retrete foram quatro, senhor doutor, e à pia baptismal levei três".
> "Apareceu-me uma ferida, não sei se de infecção se de uma foda mal dada".
> "Tenho de ser operado ao stick . Já fui operado aos estículos".
> "Quando estou de pau feito... a piça verga".
> "O Médico mandou-me lavar a montadeira logo de manhã".
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> O diálogo com um paciente com patologia da boca, olhos, ouvidos, nariz e garganta é sempre um desafio para o clínico:
> "Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar, ou o ca..., o nariz não se destapa".
> "Não sei se isto que tenho no ouvido é cera ou caruncho".
> "Isto deu-me de ter metido a cabeça no frigorífico. Um mês depois fui ao Hospital e disseram-me que tinha bolhas de ar no ouvido".
> "Ouço mal, vejo mal, tenho a mente descaída".
> "Fui ao Ftalmologista, meteu-me uns parafusinhos nos olhos a ver se as lágrimas saiam".
> "Tenho a língua cheia de Áfricas".
> "Gostava que as papilas gustativas se manifestassem a meu favor".
> "O dente arrecolhia pus e na altura em que arrecolhia às imidulas infeccionava-as".
> "A garganta traqueia-me, dá-me aqueles estalinhos e depois fica melhor".
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> As perturbações da fala impacientam o doente:
> "Na voz sinto aquilo tudo embuzinado".
> "Não tenho dores, a voz é que está muito fosforenta".
> "Tenho humidade gordurosa nas cordas vocais".
> "O meu pai morreu de tísica na laringe".
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> Os "problemas da cabeça" são muito frequentes:
> "Há dias fiz um exame ao capacete no Hospital de S. João".
> "Andei num Neurologista que disse que parti o penedo, o rochedo ou lá o que é...".
> "Fui a um desses médicos que não consultam a gente, só falam pra nós".
> "Vem-me muitos palpites ruins, assim de baixo para cima...".
> "A minha cabecinha começa assim a ferver e fico com ela húmida, assim aos tombos, a trabalhar".
> "Ou caiu da burra ou foi um ataque cardeal".
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> As dores da coluna e do aparelho muscular e esquelético são difíceis de suportar:
> "Metade das minhas doenças é desfalsificação dos ossos e intendência para a tensão alta".
> "O pouco cálcio que tenho acumula-se na fractura".
> "Já tenho os ossos desclassificados".
> "Alem das itroses tenho classificação ossal".
> "O meu reumatismo é climático".
> "É uma dor insepulcrável".
> "Tenho artroses remodeladas e de densidade forte".
> "Estou desconfiado que tenho uma hérnia de escala".
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> O português bebe e fuma muito e desculpa-se com frequência:
> "Tomo um vinho que não me assobe à cabeça".
> "Eu abuso um pouco da água do Luso".
> "Não era ébrio nato mas abusava um pouco do álcool"
> "Fujo dos antibióticos por causa do estômago. Prefiro remédios caseiros, a aguardente queimada faz-me muito bem".
> "Eu sou um fumador invertebrado".
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> O aparelho digestivo origina sempre muitas queixas:
> "Fui operado ao panquecas".
> "Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina".
> "Ando com o fígado elevado. Já o tive a 40, mas agora está mais baixo".
> "Eu era muito encharcado a essa coisa da azia".
> "Senhor Doutor a minha mulher tem umas almorródias que com a sua licença nem dá um peido".
> "Tenho pedra na basílica".
> "O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás".
> "Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa".
> "Fiz uma mamografia ao intestino".
> "O meu filho foi operado ao pence (apêndice) mas não lhe puseram os trenos (drenos), encheu o pipo e teve que pôr o soma (sonda)".
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> Os medicamentos e os seus efeitos prestam-se às maiores confusões:
> "Ando a tomar o EspermaCanulado"- Espasmo Canulase
> "Tenho cataratas na vista e ando a tomar o Simião" - Sermion
> "Andei a tomar umas injecções de Esferovite" - Parenterovit
> "Era um antibiótico perlim pim pim mas não me fez nada" - Piprilim
> "Agora estou melhor, tomo o Bate Certo" - Betaserc
> "Tomo o Sigerom e o Chico Bem" - Stugeron e Gincoben
> "Ando a tomar o Castro Leão" - Castilium
> "Tomei Sexovir" - Isovir
> "Tomo uma cábulas à noite".
> "Tomei uns comprimidos "jaunes", assim amarelados".
> "Tomo uns comprimidos a modos de umas aboborinhas".
> "Receitou-me uns comprimidos que me põem um pouco tonha".
> "Estava a ficar com os abéticos no sangue".
> "Diz lá no papel que o medicamento podia dar muitas complicações e alienações".
> "Quando acordo mais descaída tomo comprimidos de alta potência e fico logo melhor".
> "Ó Sra. Enfermeira, ele tem o cu como um véu. O líquido entra e nem actua".
> "Na minha opinião sinto-me com melhores sintomas".
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> O que os doentes pensam do médico:
> "Também desculpe, aquela médica não tinha modinhos nenhuns".
> "Especialista, médico, mas entendido!".
> "Não sou muito afluente de vir aos médicos".
> "Quando eu estou mal, os senhores são Deus, mas se me vejo de saúde acho-vos uns estapores".
> "Gosto do Senhor Doutor! Diz logo o que tem a dizer, não anda a engasular ninguém".
> "Não há melhor doente que eu! Faço tudo o que me mandam, com aquela coisa de não morrer".
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> Em relação ao doente o humor deve sempre prevalecer sobre a sisudez e o distanciamento. Senão atentem neste "clássico":
> "Ó Senhor Doutor, e eu posso tomar estes comprimidos com a menstruação?
> Ao que o médico retorque: "Claro que pode. Mas se os tomar com água é capaz de não ser pior ideia. Pelo menos sabe melhor."