quinta-feira, 16 de junho de 2011

A vizinha

Vocês já se devem ter perguntado: Então menina,nunca mais contastes aventuras da tua "querida" vizinha de cima! O que se passa,já não está lá????
Pois o que se passa é o seguinte: Ela lá continua,o problema é que se eu contasse as coisas que se têm passado este blog ia passar a ser um blog triste e deprimido! Porque as coisas que temos ouvido e visto são tão más,tão horrorosas que se iam enervar como eu.
E não vale a pena,para nervosos com a mula,já basta o prédio inteiro!!!!
Quando houver coisas não-deprimentes eu conto-vos tudinho!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

J.K.

Que engraçado,estava agora a ver uma entrevista com a escritora J.K Rowling,dos livros Harry Potter, viveu um ano e alguns meses em Portugal,casou cá e teve uma filha. Não cheguei a perceber se o marido era português ou não....
Que interessante...

A minha mãe é muito importante!

E não é que estive a ver uma reportagem sobre as festas aqui da terra e a minha mãe aparece lá!!!!!!!
Ela já era famosa por ter uma filha que tem um blog SUPER conhecido,mas agora até aparece na TV... :)
oiééé

:)




A qualidade do video não é muito boa,mas a minha anokas canta que é um espectáculo!!!!!! :)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Como devem ter reparado

falei nas festas e não referi o Rally Paper! Pois que foi muito giro,divertimos-nos muito,adorámos! Mas não ganhamos!
É assim a vidinha!
Até nem me importo de perder,pena foi ter perdido para esta senhora que eu e todos os amigos da Sal Docinho tanto gostamos.... mas enfim....
Para o ano há mais!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Se estivesse calada...

Na festa encontrei uns amigos do meu mano que têm umas alcunhas um bocado estranhas: o Periquito e o Gafanhoto.
E digo eu: -São o periquito e o papagaio????????
Não.....

Olá Olá!

Estou viva!!!!
Sobrevivi a 4 dias de festa! Hoje não saí de casa para recuperar mas tudo bem!
Amanhã é dia de trabalho.... Vou só ali chorar um bocadinho e já volto... :(

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Miguel Esteves Cardoso- Primeiro Amor

É fácil saber se um amor é o primeiro amor ou não. Se admite que possa ser o primeiro, é porque não é, o primeiro amor só pode parecer o último amor. É o único amor, o máximo amor, o irrepetível e incrível e antes morrer que ter outro amor. Não há outro amor. O primeiro amor ocupa o amor todo.


Nunca se percebe bem por que razão começa. Mas começa. E acaba sempre mal só porque acaba. Todos os dias parece estar mesmo a começar porque as coisas vão bem, e o coração anda alto. E todos os dias parece que vai acabar porque as coisas vão mal e o coração anda em baixo.

O primeiro amor dá demasiadas alegrias, mais do que a alma foi concebida para suportar. É por isso que a alegria dói – porque parece que vai acabar de repente. E o primeiro amor dói sempre demais, sempre muito mais do que aguenta e encaixa o peito humano, porque a todo o momento se sente que acabou de acabar de repente. O primeiro amor não deixa de parte um único bocadinho de nós. Nenhuma inteligência ou atenção se consegue guardar para observá-lo. Fica tudo ocupado. O primeiro amor ocupa tudo. É inobservável. É difícil sequer reflectir sobre ele. O primeiro amor leva tudo e não deixa nada.
Diz-se que não há amor como o primeiro e é verdade. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros. Quase todos. Mas não há amor como o primeiro. É o único que estraga o coração e que o deixa estragado.

É como uma criança que põe os dedos dentro de uma tomada eléctrica. É esse o choque, a surpresa «Meu Deus! Como pode ser!» do primeiro amor. Os outros amores poderão ser mais úteis, até mais bonitos, mas são como ligar electrodomésticos à corrente. Este amor mói-nos o juízo como a Moulinex mói café. Aquele amor deixa-nos cozidos por dentro e com suores frios por fora, tal e qual num micro-ondas. Mas o «Zing!» inicial, o tremor perigoso que se nos enfia por baixo das unhas e dá quatro mil voltas ao corpo, naquele micro-segundo de electricidade que nos calhou, só acontece no primeiro amor.

O primeiro beijo é sempre uma confusão. Está tudo a andar à volta e não se consegue parar. A outra pessoa assalta-nos e deixa-nos tontos, isto apesar de ser tão tímida e inepta como nós. E os nomes dos nossos primeiros amores? Os nomes doem. Parecem minúsculos milagres. Cada vez que se pronunciam, rebenta um pequeno terramoto no equador. E as mãos? Quando a mão entra na mão de quem se ama e se sente aquele exagero de volts e de pele, a única resposta sensata é o assassínio, o exílio, o suicídio. Nada fica de fora. O mundo é uma conspiração cinzenta de amores em segunda mão. Nada é puro fora daquelas mãos. O tesouro está a arder, as pessoas estão a morrer, os olhos cheios de luz estão a cegar, mas o primeiro amor é também, e sem dúvida, o primeiro amor do mundo.

O primeiro amor é aquele que não se limita a esgotar a disposição sentimental para os amores seguintes: quer esgotá-la. Depois dele, ou depois dela, os olhos e os braços e os lábios deixam de ter qualquer utilidade ou interesse. As outras pessoas – por muito bonitas e fascinantes que sejam – metem-nos nojo. Só no primeiro amor.

Não há amor como o primeiro. Mais tarde, quando se deixa de crescer, há o equivalente adulto ao primeiro amor – é o primeiro casamento; mas não é igual. O primeiro amor é uma chapada, um sacudir das raízes adormecidas dos cabelos, uma voragem que nos come as entranhas e não nos explica. Electrifica-nos a capacidade de poder amar. Ardem-nos as órbitas dos olhos, do impensável calor de poder-mos ser amados. Atiramo-nos ao nosso primeiro amor sem pensar onde vamos cair ou de onde saltamos. Saltamos e caímos. Enchemos o peito de ar, seguramos as narinas com os dedos a fazer de mola de roupa, juramos fazer três ou quatro mortais de costas, e estatelamo-nos na água ou no chão, como patos disparados de um obus, com penas a esvoaçar por toda a parte.

Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «Alto-e-pára-o-baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos, que se discutem e debatem. E todos os amores dão maior prazer que o primeiro. O primeiro amor está para além das categorias normais da dor e do prazer. Não faz sentido sequer. Não tem nada a ver com a vida. Pertence a um mundo que só tem duas cores – o preto-preto feito de todos os tons pretos do planeta e o branco-branco feito de todas as cores do arco-íris, todas a correr umas para as outras.

Podem ficar com a ternura dos 40 e com a loucura dos 30 e com a frescura dos 20 – não outro amor como o doentio, fechado-no-quarto, o amor do armário, com uma nesga de porta que dá para o Paraíso, o amor delirante de ter sempre a boca cheia de coração e não conseguir dizer outra coisa com coisa, nem falar, nem pedir para sair, nem sequer confessar: «Adeus Mariana – desta vez é que me vou mesmo suicidar.» Podem ficar (e que remédio têm) com o savoir-faire e os fait-divers e o «quero com vista pró mar se ainda houver». Não há paz de alma, nem soalheira pachorra de cafunés com champagne, que valha a guerra do primeiro amor, a única em que toda a gente morre e ninguém fica para contar como foi.

Não há regras para gerir o primeiro amor. Se fosse possível ser gerido, ser previsto, ser agendado, ser cuidado, não seria primeiro. A única regra é: Não pensar, não resistir, não duvidar. Como acontece em todas as tragédias, o primeiro amor sofre-se principalmente por não continuar. Anos mais tarde, ainda se sonha retomá-lo, reconquistá-lo, acrescentar um último capítulo mais feliz ou mais arrumado. Mas não pode ser. O primeiro amor é o único milagre da nossa vida – e não há milagres em segunda mão. É tão separado do resto como se fosse uma primeira vida. Depois do primeiro amor, morre-se. Quando se renasce há uma ressaca. É um misto de «Livra! Ainda bem que já acabou!» e de «Mas o que é isto? Para onde é que foi?».
Os outros amores são maiores, são mais verdadeiros, respeitam mais as personalidades, são mais construtivos – são tudo aquilo que se quiser. Mas formam um conjunto entre eles. O segundo e o terceiro e o quarto, por muito diferentes, são mais parecidos. São amores que se conhecem uns aos outros, bebem copos juntos, telefonam-se, combinam ir à Baixa comprar cortinados. O primeiro amor não forma conjunto nenhum. Nem sequer entre os dois amantes – os primeiros, primeiríssimos amantes. Acabam tão separados os dois como o primeiro amor acaba separado dos demais. O amor foi a única coisa que os prendeu e o amor, como toda a gente sabe, não chega para quase nada. É preciso respeito e bláblá, compreensão mútua e muito bláblá, e até uma certa amizade bláblá. Para se fazer uma vida a dois que seja recompensadora e sobretudo bláblá, o amor não chega. Não se vive só dele. Não se come. Não se deixa mobilar. Bláblá e enfim.

Mas é por ser insustentável e irrepetível que o primeiro amor não se esquece. Parece impossível porque foi. Não deu nada do que se quis. Não levou a parte nenhuma. O primeiro amor deveria ser o primeiro e esquecer-se, mas toda a gente sabe, durante o primeiro amor ou depois, que é sempre o último.
Afinal nem é por ser primeiro, nem é por ser amor. A força do primeiro amor vem de queimar – do incêndio incontrolável – todas aquelas ilusões e esperanças, saudades pequenas e sentimentos, que nascem em nós com uma força exagerada e excessiva. Como se queima um campo para crescer plantas nele. Se fôssemos para todos os outros amores com o coração semelhantemente alucinado e confuso, nunca mais seríamos felizes. É essa a tristeza do primeiro amor. Prepara-nos para sermos felizes, limando arestas, queimando energias, esgotando inusitadas pulsões, tornando-nos mais «inteligentes».

É por isso que o primeiro amor fica com a metade mais selvagem e inocente de nós. Seguimos caminho, para outros amores, mais suaves e civilizados, menos exigentes e mais compreensivos. Será por isso que o primeiro amor nunca é o único? Que lindo seria se fosse mesmo. Só para que não houvesse outro.

Amanhã

é o ultimo dia desta semana que me vou levantar cedo! E no sábado não vou trabalhar! E na segunda é feriado outra vez! E vai ser a loucura!

Rally Paper

No domingo,durante as festas aqui da terra,vai haver um Rally Paper!
É o 5º ano que participo e acho que ganhei 3 vezes,não tenho a certeza. É muito giro.
O nosso carro tem de ter um nome e este ano como é que vai chamar??? hum????
 EU SEI LÁ MENINA! :)

Acho que devia fazer uns autocolantes para por no carro... ;)

Esté quase..........

oiéééééééééééé......

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Esta

semana vai ser mais pequena! Oiéééééé!
Um fim-de-semana enorme! Sim,porque aqui na santa terrinha também é feriado na Segunda-feira!
A loucura! E ainda por cima são as festas!
Que bom!
Já só faltam 3 dias a levantar cedo! :)

domingo, 5 de junho de 2011

Quando fui votar

hoje á tarde,estava a chover muito e a fazer trovoada. Então quando estava na fila faltou a luz!
O senhor,já com alguma idade,que estava antes de mim na fila deve ter pensado: Ora como agora está aqui escuro,vou só dar um peidinho que ninguém percebe que fui eu....

Mas eu tenho alguma sorte? Não...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Raio do gato!

Afinal parece que é geral! O gato não dança mesmo!
Ou melhor,dança se clicarem em cima da imagem...
Se forem como eu não vão clicar,mas o que conta é a intenção....


vá,cliquem lá em cima da imagem... é tão engraçado... :)

Vasco Palmeirim: A MÚSICA DO ELEITOR INDECISO




Mais uma grande música do maravilhoso Vasco Palmeirim!!!!

Só uma coisa

No post em baixo de sexta-feira o gato dança?
É que é suposto dançar...
Agradecia resposta! :)